Meu nome é Felisbelo, um nome raro
que muito diz e não revela tudo;
mas, por capricho do destino rudo,
belo não sou nem sou feliz, é claro...
(Felisbelo Sussuarana por ele mesmo)
Em 10 de outubro de 2012 completaram-se 70 anos da morte do poeta santareno Felisbelo Sussuarana, um dos principais nomes da literatura de Santarém no século XX.
Tomei a liberdade de homenageá-lo, falando um pouco sobre esse poeta, músico e professor; citarei apenas uns poucos dados biográficos, seguidos de uma pequena seleta de seus poemas, variando do gênero lírico ao satírico, os quais transcrevi da biobibliografia de Felisbelo publicada por seu filho Felisberto Sussuarana em 1991, ano do centenário de seu nascimento. Trata-se do livro O Mergulho de Felisbelo Sussuarana no Claro-Escuro do Homem e da Obra, que, a exemplo do título, é um estudo exaustivo da vida e da obra de Felisbelo, reunindo também toda a obra conhecida do autor.
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Felisbelo Sussuarana em 1942 (reproduzido de SUSSUARANA, 1991). |
Felisbelo Jaguar Sussuarana nasceu em Santarém, Pará, em 28 de abril de 1891, filho de Alexandre Alves Sussuarana e Filomena Nóvoa Sussuarana. Teve três irmãos: Raimundo Jaguar, Lena Jaci e Evarinta. Estudou em Belém, não chegando a fazer curso superior; precisou retornar a sua cidade natal e pelo resto da vida foi autodidata, alcançando grande cultura, demonstrada, entre outras coisas, por seu domínio da língua portuguesa.
Casou-se duas vezes: sua primeira esposa foi Raimunda Miranda; desposou, depois de viúvo, Antônia Ceci, em 1929. Teve dez filhos. Foi músico, ator, professor, fundou e dirigiu jornais (e, obviamente, escreveu neles), jogou futebol e foi diretor de clube esportivo, escreveu para teatro e fez letras de canções. Compôs poemas e textos em prosa. Como professor de português, escreveu artigos sobre a língua portuguesa, tendo-se envolvido – ao que parece, com gosto – em polêmicas gramaticais e filológicas, por meio de artigos, que se sucediam, em jornais da região. Em suma: participou ativa e intensamente da vida cultural de Santarém.
Felisbelo Sussuarana enviuvou pela segunda vez em fevereiro de 1942, e meses depois, em 10 de outubro daquele mesmo ano, faleceu. Wilson Fonseca escreveu à época de seu passamento:
“Santarém perdeu o seu mais ilustre filho, o cérebro mais aprimorado e fecundo nascido sob o sol brilhante da formosa “Pérola do Tapajós” (…). Quando já estava acometido da doença que o vitimou, várias visitas fizemos ao querido amigo e dele sempre ouvimos que não se julgava infeliz, pois do povo de sua terra, somente do povo, sempre frisava, recebia o maior conforto, o que muito o alegrava” (apud SUSSUARANA, 1991, p. 87).
Felisbelo
Sussuarana foi admirado e respeitado em sua cidade; isto, porém, não lhe
possibilitou publicar seus textos na forma mais perene do livro. Sua vasta
produção ficou esparsa em diversos jornais e revistas, além do que ficou
inédito e se perdeu. O esforço de amigos, admiradores e familiares salvou
muitos de seus escritos, dos quais Wilson Fonseca publicou uma seleção na obra Meu Baú Mocorongo (FONSECA, 2006). Seu amigo Paulo Rodrigues dos Santos, também como ele um autodidata e erudito, disse a esse respeito:
“Embora não tenha intenção de trocadilhar, direi que Felisbelo Sussuarana foi um poeta de raça que se perdeu na roça. Se tivesse vivido em meio mais adiantado, os conterrâneos teriam orgulho de ver seu nome nas antologias nacionais. (…) Lamentável não tivesse o escritor mocorongo um parente, um amigo ou um conterrâneo de recursos que tomasse a peito reunir em volumes, arrancando-a do olvido e da destruição total, a fabulosa produção de Felisbelo, que ainda rola pelas páginas esfrangalhadas de antigos jornais, comida das traças, roída das baratas e delida da ação do tempo... Lamentável e triste para a tradição cultural de nossa terra...” (RODRIGUES DOS SANTOS, 1999, p. 410-411).
O
próprio Paulo Rodrigues dos Santos viria a passar por algo semelhante: só com a
intervenção de Fernando Guilhon, então governador do Pará, pôde ele ver
publicada, em 1971, sua monumental obra Tupaiulândia, extenso repositório de fatos
históricos e culturais de Santarém.
Antologia – A produção conhecida de Felisbelo veio a público em 1991, ano do centenário de seu nascimento (veja-se o fim deste artigo). É livro hoje esgotado, e a obra de Felisbelo Sussuarana é ainda pouco ou nada conhecida fora do Pará, e parece-me que também em outras regiões deste enorme estado pouco se sabe dela – é claro que os naturais de Santarém a conhecem e a divulgam. Tomei a liberdade de selecionar alguns poemas de Felisbelo e transcrevê-los aqui, para conhecimento, principalmente, dos leitores de língua portuguesa de outras regiões. A seleção que fiz é pessoal, e sei que não agradará a todos; escolhi os poemas de que gosto mais, e tenho certeza de que outros poderão oferecer uma antologia mais representativa da obra do poeta.
Antologia – A produção conhecida de Felisbelo veio a público em 1991, ano do centenário de seu nascimento (veja-se o fim deste artigo). É livro hoje esgotado, e a obra de Felisbelo Sussuarana é ainda pouco ou nada conhecida fora do Pará, e parece-me que também em outras regiões deste enorme estado pouco se sabe dela – é claro que os naturais de Santarém a conhecem e a divulgam. Tomei a liberdade de selecionar alguns poemas de Felisbelo e transcrevê-los aqui, para conhecimento, principalmente, dos leitores de língua portuguesa de outras regiões. A seleção que fiz é pessoal, e sei que não agradará a todos; escolhi os poemas de que gosto mais, e tenho certeza de que outros poderão oferecer uma antologia mais representativa da obra do poeta.
Nos
textos que transcrevi, conservei o uso, feito pelo autor, de versos iniciados
com letra minúscula, pouco comum entre poetas de língua portuguesa.
Tendo-se
passado mais de 70 anos da morte de Felisbelo Sussuarana, toda a sua obra é hoje de
domínio público, portanto qualquer pessoa ou instituição pode divulgá-la.
Espero que as autoridades, inclusive as estaduais – que tanto amam Santarém e o
Oeste do Pará, a ponto de nem sequer aceitarem falar em divórcio... –, aproveitem
o ensejo para reeditar a obra de Felisbelo Jaguar Sussuarana, pondo-a ao
alcance do público leitor, pois todo autor tem o direito de ser lido.
SELETA POÉTICA DE FELISBELO SUSSUARANA
RIO
SÍMBOLO
Soberbo
flúmen, Tapajós altivo,
de
longe vens nesse lutar sem tréguas,
vivo,
vencendo
léguas e mais léguas,
ora
a espraiar-te
em
fúlgidos lençóis,
ora
a estreitar-te
em
veios
de
oiro cheios,
fertilizando
as terras
por
onde erras,
altivo
Tapajós.
Vens
de longe correndo,
vens
vencendo
saltos
e
cachoeiras
altaneiras,
beijando
praias e barrancos altos,
dando
vida e valor,
dando
alegria
à
ubertosa região de que és senhor.
A
marcha a te deter quem ousaria,
ó
rico e belo flúmen brasileiro?
E
vens vindo, vens vindo, prazenteiro,
atrás
deixando tudo
nesse
rudo
marchar
glorioso,
rápido,
nervoso,
e
nada te detém...
E
após tanto lutar e tanta glória,
vens,
alcançando rútila vitória,
morrer
aos pés da linda Santarém!
Assim
do poeta os surtos criadores,
ó
belo Tapajós
dos
meus amores:
de
mundos luminosos e distantes
partem,
soberbos, fartos de esplendores,
chispando
sóis
e
fluidos cintilantes,
e
descem, descem, céleres, radiantes,
para
deter-se, alfim, nessa arrancada,
vencidos,
juntos da Mulher Amada!
VERSOS...
VERSOS... VERSOS...
Versos...
quantos nem sei, chorando ou rindo
desperdicei
no meu peregrinar...
Versos,
versos de amor que nasce lindo
e
nos ilude para nos deixar...
Versos
nascidos em momentos nobres
de
ânsias infindas de lutar, vencer...
Versos
carpindo desditados pobres,
rimas
plangendo agruras do viver...
Versos
moldados na amizade terna
que
nos enleia e que nos faz feliz...
Versos
cultuando a natureza eterna,
glorificando
as glórias do país...
Versos
festivos, versos de noivados,
rimas
gentis, garridos madrigais...
Galanteios
medidos e rimados,
doiradas
ilusões, não voltam mais...
Versos...
quantos nem sei, calmo ou nervoso
qual
desperdiçador, quantos compus...
Versos,
versos de amor, versos de gozo,
versos
feitos de lágrimas e luz...
Versos
que eu fiz, cantando a mocidade,
a
mocidade em flor do meu torrão...
Versos
de dor e de infelicidade,
mas
versos naturais do coração...
E
quantos versos meus hoje dispersos,
perdidos
como os ais dum sofredor...
E
até no cemitério eu tenho versos,
a
traduzir saudade e alheia dor...
Quando
eu morrer, fugindo à desventura,
quem
sabe se terei – o mundo é assim –
quem
vá deitar na minha sepultura
um
punhado de versos sobre mim...
CUIEIRAS
I
São
afamadas, são procuradas
as
belas cuias de Santarém!
Cuias
bordadas, cuias pintadas
como
estas minhas, ninguém as tem. Ah!
Para
um presente de namorado
que
coisa linda, meu bom senhor!
Serviço
limpo, bem acabado,
arte,
bom gosto, puro lavor.
(Coro)
Para
tomar-se um mingau a gosto,
para
tomar-se um bom tacacá,
só
numa cuia, vaso bem posto
e
preferido no meu Pará!
II
Um
vinho grosso, roxo e gostoso
do
conhecido, belo açaí,
é
mais suave, mais saboroso
se
numa cuia se bebe aqui. Ah!
Cuias
bordadas, cuias pintadas
como
estas minhas, ninguém as tem.
São
afamadas, são procuradas
as
belas cuias de Santarém!
O
PEDIDO
Almofadinha
fofo e sem dinheiro,
vivendo
duns rabiscos que fazia,
o
bardo futurista não podia
mais
suportar aquele olhar brejeiro.
Enamorou-se
logo e, verdadeiro
aquele
amor, de certo o mataria
se a
divinal e cândida Maria
não
fosse engalanar-lhe o lar fagueiro.
E
decidiu-se então sem mais aquela
a
procurar o pai da jovem bela
para
pedir-lhe a mão da filha; o Duarte,
o
genitor, porém, que não é tolo,
em
vez da mão da filha, seu consolo,
meteu-lhe
o pé com força em certa parte.
LONGE
DE TI
Hoje
estou triste e pesaroso e, certo,
este
pesar agora me acabrunha.
Longe
de ti vegeto num deserto,
só
tendo minha dor por testemunha.
É
que, formosa, quando vives perto
do
teu cantor que versos te rascunha,
é
meu viver, florindo, um céu aberto:
morre
a saudade, morre a caramunha.
É
que não posso mais sem teu carinho
passar
nestas – da vida transitória –
ondas
revoltas de perigo cheias.
É
que, se longe estás do nosso ninho,
eu
sou forçado – que dorida história! –
a
remendar, que jeito, as minhas meias.
POLÍTICA
Dois
filhos tem Miguel José Veludo
que
gêmeos são, nascidos faz um ano;
um,
pobrezinho, veio ao mundo – mudo;
o
outro, coitado, é surdo como um cano.
Não
se apoquente o pobre pai, contudo,
nem
se amofine porque, sendo humano,
recebe
os golpes do destino rudo
com
fortaleza forte de espartano.
Ontem
me disse: – Sabes, meu amigo?
Eu,
que a doutrina modernista sigo,
um
grande plano tenho, alevantado:
Fazer
dos dois meninos, com perícia,
quando
formados – Chefe de Polícia
o
surdo... E o mudo? – O mudo, Deputado.
A
ENTREVISTA
Dez
horas... dez e meia... As horas voam
e
ela não vem, não vem para a entrevista!
Anseio
e fremo, e quanto me contrista
a
sua ausência... E as onze, lentas, soam...
Do
galo, no terreiro, me atordoam
os
repetidos cocoricós, e egoísta
do
meu amor, maldigo esse corista
a
remarcar as horas que se escoam.
Geme
o relógio – doze... Meio-dia!
E
ela não vem, mentiu-me... Que ironia!...
…...............................................................
Escuto:
alguém bateu... É o meu amor!
Vou
tê-la, enfim, rendida, nos meus braços!
E,
antegozando os beijos e os abraços,
descerro
a porta... oh! raiva! Era um credor!...
DUMA
ANEDOTA
O
primo mais a priminha
(o
Carlos e a Margarida)
sustentam
na sala clara
uma
conversa entretida.
De
repente, na priminha
o
primo pespega um beijo:
“Oh!
Carlos, tu me assustaste...”
disse-lhe
a prima com pejo.
Já
se passam dez minutos
(para
as nove faltam dez).
Diz
a prima muito séria:
“Carlos,
me assusta outra vez?!”
COMEMORAÇÃO
CÍVICA
15
de Novembro.
A
praça regurgita.
É
grande a massa que se agita.
Povo.
Autoridades.
Gente
de fato novo.
Crianças
das escolas.
Com
galhardetes.
Com
bandeirolas.
Banda
de música.
Orador
oficial.
“Meus
senhores!
Neste
solene momento
puramente
nacional,
em
que, na praça pública,
todos,
irmanados pelo mesmo sentimento,
comemoramos,
por entre vibrações interiores,
o
dia magno da República...”
E
prossegue o discurso
fluente.
Escachoante.
Como
o curso do rio-mar...
Só
se ouve da brisa o brando ciciar.
Peroração.
Surtos
magníficos.
Miríficos.
Palmas.
Muito bem! Muito bem!
Viva
o doutor Juiz de Direito!
Viva
o meu compadre capitão prefeito!
Viva
o povo de Santarém!
De
novo em movimento.
Foguetes
doidos furam o ar,
de
momento a momento.
A
fanfarra torna a vibrar.
“Já
podeis, da Pátria filhos,
ver
contente a Mãe gentil;
já
raiou a liberdade
no
horizonte do Brasil...”
A
enorme serpe coleia
densa,
larga, cheia.
A
meninada,
suarenta,
cansada.
O
sol caustica. Enfara. Assedenta.
–
Para! Para! Psiu! Psiu!
Vai
falar o doutor
Promotor!
Transbordante
como um rio,
o
verbo magistral
atroa.
Alcandora-se.
Voa.
Flui.
Flui
em
destaque.
Citações
de Rui.
Versos
adoráveis de Bilac.
História
de Rocha Pombo.
Torre
do Tombo.
Circunvoluções.
Palmas.
Hurras. Vivas.
Ovações.
Prossegue
a grande serpe coleando.
Vivas
roucos. Abafados.
Meninos
coxeando
alagados.
Vem
a noite, afinal,
pôr
termo à bela festa nacional.
Palmas
em profusão.
Viva
o Brasil!
Viva
nossa bandeira!
Viva
a República!
Viva
a Pátria Brasileira!
A
banda executa o Hino.
“Ouviram
do Ipiranga as margens plácidas
de
um povo o heroico brado retumbante...”
Num
frêmito divino,
todos
cantam. Todos. Delirantes!...
Põe-se
em marcha a passeata.
Alas
de crianças.
A
bandeira auriverde
entre
a multidão se perde.
Fitas
cor de ouro e de esperança.
Marcha
que arrebata.
“Nós
somos da Pátria
a
guarda,
fiéis
soldados
por
ela amados;
nas
cores de nossa farda
rebrilha
a glória,
fulge
a vitória...”
–
Para! Para! Para!
Estanca
o préstito. A casa do Juiz.
Da
janela,
sorridente, feliz,
o
Juiz, de flor à lapela,
deixa
o verbo escorrer...
Flores
de retórica.
Pátria.
Liberdade.
Fraternidade.
Obra.
Dever.
Digressão
histórica.
Deodoro.
Benjamin.
Rui
Barbosa.
Silva
Jardim.
E os
manifestantes,
“alma
febril”,
desfazem
o préstito, radiantes,
suados,
extenuados,
esfomeados,
mas
cheios de Brasil...
FELICIDADE
Quando eu era assinzinho
– como tão longe vai aquele dia! –
para entreter-me, minha mãe bondosa
Quando eu era assinzinho
– como tão longe vai aquele dia! –
para entreter-me, minha mãe bondosa
tomava-me a mãozinha e,
cariciosa,
a dedilhar dedinho por
dedinho,
rindo, feliz, assim dizia:
– “Dedo mindinho,
seu vizinho,
pai de todos,
fura-bolo
mata-piolho...
Cadê o docinho,
diga, meu filhinho,
que aqui deixei, aqui, na sua mão?
– O rato comeu!...
E o rato, para onde foi o comilão?
– Foi por aqui... por aqui,
por aqui ele correu!...”
E os
dedos ágeis, pelo tenro braço,
como
quem tamborila,
iam
correndo até chegar à axila,
onde
a mãezinha, com desembaraço,
cocegava,
cocegava,
rindo,
feliz, por ver tornar-me em riso.
E
hoje, quando vejo em meio à estrada
que,
palmilhando, sigo
a
passos tardos,
entre
espinhos e cardos,
é o
Destino que vem brincar comigo
na
vida atribulada:
“Dedo
mindinho,
seu
vizinho,
pai
de todos,
fura-bolo,
mata-piolho...
Cadê
a felicidade que aqui estava?
Por
que a deixou fugir, seu grande tolo?”
E eu
nem sei responder se foi o rato,
se
foi o gato,
que
carregou,
que
devorou
o
Bem que era só meu e me bastava!...
AUSÊNCIA
Ausência
– coração que foi gemendo,
coração
que ficou na dor voraz...
Alma
que voeja, em ais se debatendo,
em
busca de outra já perdida em ais...
Ausência!...
Negação
de tudo quanto
traduz
na vida a essência
do
Prazer...
Em
cada extremo um coração em pranto,
e a
saudade no meio, a florescer...
Obras consultadas:
FONSECA, Wilson Dias da. Meu Baú Mocorongo. Belém (Pará): Secretaria Estadual de Cultura, 2006. 6 volumes.
RODRIGUES
DOS SANTOS, Paulo. Tupaiulândia. 3ª edição. Prefácio de Lúcio Flávio
Pinto. Santarém (Pará): Instituto Cultural Boanerges Sena, 1999.
SUSSUARANA,
Felisberto. O Mergulho de Felisbelo Sussuarana no Claro-Escuro do Homem e da Obra: ensaio biográfico. Santarém (Pará): Prefeitura Municipal de Santarém,
1991.
Santarém, PA, 20/10/2012. Editado em 26/8/2016.
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